09 maio 2011

Diesel: Be Stupid Advertising Campaign

“Be Smart” – that is what our parents and teachers told us since we were young. While Diesel, an international jeans brand, takes “Be Stupid” as its philosophy. Are you feeling inexplicable? Maybe the following slogans will help you take away your doubts.



Diesel Stupid Philosophy

Like balloons, we are filled with hopes and dreams. But. Over time a single sentence creeps into our lives. Don’t be stupid. It’s the crusher of possibility. It’s the worlds greatest deflator. The world is full of smart people. Doing all kind of smart things… Thats smart.
Well, we’re with stupid. Stupid is the relentless pursuit of a regret free life. Smart may have the brains…
but stupid has the balls. The smart might recognize things for how they are. The stupid see things for how they could be. Smart critiques. Stupid creates. The fact is if we didnt have stupid thoughts wed have no interesting thoughts at all. Smart may have the plans… but stupid has the stories.
Smart may have the authority but stupid has one hell of a hangover. Its not smart to take risks… Its stupid.
To be stupid is to be brave. The stupid isnt afraid to fail. The stupid know there are worse things than failure… like not even trying.
Smart had one good idea, and that idea was stupid. You can’t outsmart stupid. So don’t even try. Remember only stupid can be truly brilliant. ( Source from Diesel )


The “Be Stupid” campaign is looking for 100 creative individuals (so-called stupid acts) to feature its coming Diesel Stupid Music Video, and will double up as Diesel’s 2010 clothing catalogue. Meanwhile, the unique video will not only exhibit the new collection, it will also expose the participators and their creative cause by directing people to their personal website and social networks. The following is the campaign, enjoy it and you will find what the real “Stupid” is.




Smart May Have The Brains, But stupid Has The Balls.


 
 
 


Smart Critiques. Stupid Creates.


 


Smart May Have The Answers,But Stupid Has All The Interesting Questions.


 
 


Smart Has The Plans,Stupid Has The Stories.


 
 


Smart Listens To The Head.Stupid Listens To The Heart.


 
 


Smart Says No. Stupid Says Yes.


 



Stupid Is Trial And Error.Mostly Error.


 
 


Smart Had One Good Idea And That Idea Was Stupid.


 
 
 
 
 


If We Didn’t Have Stupid Thoughts We’d Have No Interesting Thoughts At All.


 
 

We’re With Stupid.


 


Smart Sees What There Is. Stupid Sees What There Could Be.




Only The Stupid Can Be Truly Brilliant.




Stupid Might Fail. Smart Doesn’t Even Try.




Smart Plans. Stupid Improvises.




Long Live Stupid.



Fonte: Creative AD

16 março 2011

Retratos em 3D

Vocês já conheciam o excelente trabalho de Andrew Myers? É um escultor da Califórnia e faz retratos em 3D com mais de 10.000 buracos que, são cobertos um a um com parafusos em diversas profundidades, o que garante o efeito em 3 dimensões. O processo é bem trabalhoso, mas as obras de arte redem um incrível resultado.

06 março 2011

Entendendo as mulheres nas mídias sociais

Esse infográfico ilustra a atividade das mulheres nas mídias sociais e contém informações valiosas para aqueles que pretendem entender o seu comportamento online. Elas são a maioria em boa parte dos elementos que integram as mídias sociais, como por exemplo o Facebook, o Twitter e o Ning.


Por que (não) considerar a crise política no Egito uma ‘Revolução Facebook’


A crise política no Egito deu margem a diferentes análises por parte de estudiosos e cientistas políticos. A maioria delas, citaram um elemento em comum: o uso das mídias sociais no processo revolucionário e enriqueceram ainda mais o debate sobre os impactos do ciberespaço no mundo real. Enquanto alguns denominam a queda de Mubarak como uma ‘Revolução Facebook’, outros encaram isso como um exagero e uma maneira ingênua de distorcer a realidade e minimizar a atuação dos agentes políticos envolvidos.


“’(…) não havia internet em 1917 e os russos fizeram a revolução’. Do ponto de vista objetivo, a frase é perfeita. Mas o sentido dado a ela é distorcido”(Corazza, 2011, p.01). A pluralidade de tipos de redes sociais virtuais e de formas de usá-las é facilmente observada e já começa a gerar efeitos significativos nas diversas esferas que compõem a sociedade atual, denominada sociedade da informação.

Essa nova sociedade é caracterizada principalmente pela “capacidade que seus membros (cidadãos, empresas, poder público, etc) possuem de obter e compartilhar qualquer informação instantaneamente de qualquer lugar e da maneira mais adequada” (Palhares; Rosa; Silva, 2009, p.3). Desta maneira, o acesso ampliado à informação passa a ser um fator facilitador para que transformações sociais e culturais ocorram de maneira menos morosa, provocando uma mudança acelerada de valores, atitudes e comportamentos em diversos grupos sociais.

Tais constatações começam a ser feitas a partir da explosão tecnológica dos anos 1990, que traz consigo meios de comunicação sofisticados, tais como a Internet e as novidades do ramo das telecomunicações. Trata-se das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) que se tornam cada vez mais presentes no desenvolvimento científico, econômico, social e político e potencializam uma nova era em que passa a existir “uma revolução do próprio processo de compreensão do mundo” (Palhares; Rosa; Silva, 2009, p.3).

No entanto, esse movimento está longe de ser considerado uma cultura global, seja pela resistência de alguns grupos ou pela falta de acesso às novas tecnologias, o que vem dando margem a um descompasso tecnológico entre países e a carência por políticas de inclusão digital. Em acordo com a União Internacional da Telecomunicação (UIT), enquanto 71% da população dos países desenvolvidos tem acesso a Internet, nos países em desenvolvimento essa porcentagem não ultrapassa os 21% (The World in 2010: Facts and Figures – UIT, 2010).

Porém, o que se observa é que a relação entre a quantidade de usuários e o impacto causado pelo uso das TIC’s não é totalmente proporcional. Exemplos de cunho político, como a queda do presidente Hosni Mubarak no Egito, ilustram isso de maneira reveladora. Os manifestantes egípcios em meados de janeiro de 2011 transformaram a rede social mais usada no mundo, o Facebook, num instrumento a favor de sua causa, a partir da criação de uma página onde eram postadas mensagens que conclamavam a população, sobretudo os mais jovens, para a revolução.

A página criada no Facebook trazia informações sobre quando, onde e como os manifestantes se encontrariam, alertas sobre que tipo de equipamentos usariam (máscaras de gás lacrimogêneo, por exemplo), links para informações mais detalhadas, meios de contato com voluntários, informações sobre formas de conduta, além de uma “sala de debates” que disponibilizava atualizações constantes feitas pelos próprios usuários da página, que em menos de uma hora após a sua criação já contabilizava mais de 100 mil adesões (Carranca, 2011).

As informações se replicaram rapidamente entre os internautas egípcios que, em paralelo, apoiavam e incitavam para manifestações em suas páginas pessoais. Asmaa Mahfouz, uma jovem de 25 anos, por exemplo, postou em seu perfil do Facebook, várias mensagens de apoio ao protesto na Praça Tahrir. “Eu vou para a Praça Tahrir no dia 25 de janeiro. Eu vou lutar por meus direitos e das pessoas torturadas até a morte pelas forças de segurança” (Carranca, 2011, p.1). Mensagens como essas foram difundidas entre amigos e familiares dos manifestantes o que corroborou para que o protesto na Praça Tahrir reunisse centenas de milhares de pessoas, quando o esperado era algo em torno de 20 mil simpatizantes e se transformasse em um dos símbolos das manifestações no Egito que terminaram no dia 13 de fevereiro de 2011 com a renúncia do presidente Mubarak que já completava 30 anos no poder.

Por outro lado, existemcontra-argumentos que propõem um reforço ao ceticismo em relação à atuação das redes sociais nos protestos do Egito. A maioria desses argumentos baseia-se nos fatos de que 80% da população egípcia não tem acesso à internet e de que o número de usuários egípcios do Facebook seja pouco expressivo, sendo estimado em 6,46% dos usuários mundiais (algo em torno de 5,2 milhões de pessoas, número menor do que o de seguidores do presidente norte-americano, Barack Obama, no Twitter) (Corzazza, 2011). Além, é claro, das restrições no acesso à internet promovidas pelo governo desde o início dos protestos, as limitações infoestruturais e as técnicas de manipulação da informação.

A tentativa de minimizar os efeitos da revolução ‘virtual’ no Egito talvez seja uma forma de enriquecer o debate sobre o poder das redes sociais no mundo contemporâneo, mas negligenciá-los parece ser um erro. Ainda que o acesso seja restrito, a Internet no Egito está ao alcance de uma parcela considerável da população e, além disso, o seu papel como transmissora de informação chega a ser ainda mais importante do que o seu poder de mobilização.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo em setembro de 2010, o sociólogo Manuel Castells, referência atual em estudos e pesquisa sobre a sociedade da informação e as TIC’s, defendeu a idéia de que ao levar em conta que o poder político sempre esteve baseado no controle e na manipulação da informação, a Internet pode ser considerada uma ameaça a este tipo de poder por conceder um grau de autonomia comunicativa e informacional relativamente alto ao indivíduo. Para Castells, “a Internet é a construção da autonomia da sociedade civil” (Castells, 2010), algo que os governos sempre temeram.

Por conseguinte, um modo de acabar com essa ameaça seria o bloqueio ao acesso à rede mundial de computadores e todos os seus recursos, estratégia usada pelo governo de Mubarak. Castells admite ser essa a solução mais eficiente, porém, a mais cara, cujo preço nenhum país pode pagar “porque além de livre expressão, a rede é educação, economia, negócios, é a eletricidade de nossa sociedade”. E como se não bastasse, este tipo de ação distancia povo e governo, gerando desconfiança mútua entre dois dos elementos clássicos e fundamentais do Estado.

Mas considerar a Internet como uma ameaça não quer dizer que ela possui ampla influência no comportamento dos governos. Os governos passam a levá-la em consideração ao pautar suas ações, sabem que não podem mentir e nem manipular a informação sem tomar o máximo de precaução, porém isso não pode ser ponderado como uma alteração de comportamento.

Castells, nesse sentindo, apresenta alguns exemplos interessantes como as manifestações no Irã em 2009 contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad e a deposição do ex-presidente de Honduras Manuel Zelaya, dois episódios com resultados diferentes em que a Internet, sobretudo o Twitter, funcionou como um instrumento mobilizador importante. Para Castells, o fato de Zelaya ter sido deposto e de Ahmadinejad seguir no poder demonstra que o substrato principal do uso das redes sociais nas manifestações contra o status quo político são as “mudanças que se produzem na mente das pessoas, [ou seja, quando] as pessoas mudam sua forma de pensar e, portanto, de atuar. [Dessa forma,] as ideias não passam necessariamente pela mudança política, mas sim pelas mudanças que os governos têm de implementar em função da pressão da sociedade” (Castells, 2011).

Portanto, classificar o episódio do Egito como uma ‘Revolução Facebook’ é errôneo do ponto de vista que resume todos os acontecimentos como tão somente consequências do uso da Internet e de suas mídias sociais. Mas, o mesmo não acontece se consideramos o ponto de vista que coloca esse fato como um marco na inclusão deste tipo de ferramenta nos processos revolucionários. Não cabe desmerecer as formas usuais de protestos que deram início à revoluções históricas como a Revolução Russa de 1917 e a da Praça Tian’anmen em Pequim em 1989, nem esperar que posts, status ou tweetsconsigam mudar o mundo.


Sendo assim, torna-se mais comedido considerar a Internet como mais uma ferramenta capaz de contribuir com o trabalho das instituições civis e dos demais atores sociais, sem necessariamente substituí-los, em determinados processos de transformação política. Por conseguinte o que se deve esperar são episódios em que essa ferramenta possua uma performance que extrapole os limites virtuais da própria rede intercalados por episódios em que essa transposição não se faça verdade, como aconteceu no Irã em 2009.

Fonte: Escave as mídias sociais

Facebook libera novo sistema de comentários

Todos os boatos sobre o novo sistema de comentários do Facebook foram concretizados, como anunciou o site TechCrunch. O plugin chega para concorrer com ferramentas como Intense debate, Halo scan, Disqus e Js-kit. Esses sistemas permitem a integração total com o twitter, FriendFeed, Digg, Reddit, Blogger, Facebook, WordPress, Youtube, Vimeo, Flickr e outros serviços. O leitor do blog pode postar comentários por meio de sua conta nesses serviços (twitter, facebook, etc.) e automaticamente enviar a mensagem para redes sociais. Os comentários são exibidos em tempo real, sem precisar a atualização de página. Esses sistemas também capturam todas as reações, todo o eco aos posts nessas redes e exibem no blog, logo abaixo do post, substituindo o sistema nativo de comentários.

O diferencial do sistema apresentado pelo Facebook é que o usuário posta os comentários de modo direto se já estiver logado no Facebook, não é preciso clicar em opções de autenticação ou preencher formulários. Todos os comentários são deixados com o perfil da rede social, o que dificulta a vida de trolls e spammers. E o mais importante, deixando a caixa “postar no Facebook” marcada (opção padrão), todos os comentários que o usuário fizer em blogs e sites serão postados em seu mural e aparecerão no feed de notícias.

A ferramenta é muito promissora, mas se o Facebook não conseguir incorporar outros serviços de autenticação como o Open ID, Twitter e Google, o sistema pode enfrentar alguma resistência por parte dos editores.

22 fevereiro 2011

S1 Phone Land Rover - Incrivelmente resistente

Gostei muito dos anúncios criados pela Y&R para o S1 Phone da Land Rover com o mote "incrivelmente resistente", uma idéia simples e executada de uma forma incrível (eu adoro esse tipo de montagem). O conceito ficou explícito de uma forma gostosa e divertida.


Agência: Y & R Lima RKCR / Y & R de Londres
Diretor de Criação Global: Graham Lang
Diretor Executivo de Criação Regional: Guillermo Vega
Diretor Executivo de Criação: Flavio Pantigoso
Chefe de Arte: Christian Sánchez
Redator: Daniel de León
Direção de Arte: Christian Sánchez, Mirko Cuculiza
Retoques: Salamanca
Diretor da Conta: Euston Glynn

30 julho 2010

Carlton Natural | Homens usem seus instintos!

A nova campanha da Carlton & United Breweries, empresa australiana de bebidas para promover sua mais nova cerveja, a Carlton Natural, é fantástica!

Com criação da Clemenger BBDO Melbourne, os dois filmes produzidos para o lançamento, querem passar uma ideia bem simples, de que nós homens podaríamos usar muito mais os nossos instintos naturais para nos safarmos de alguns situações um tanto quanto inconvenientes. Que homem não gostaria de estar batendo papo, falando de futebol e bebendo uma cerveja com os amigos aos invés de estar com a namorada e as amigas dela, falando sobre coisas de mulher?


Afinal, se uma tartaruga consegue se esconder dentro de seu próprio casco ou um lagarto consegue desprender o seu próprio rabo, por que o homem não conseguiria?

Confira essa campanha que ficou simplesmente hilária, e vale muito o play!!!!!!





Fonte: Vitamina Publicitária
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